Dinâmica da Lingüística
Sim, cheguei a uma conclusão sobre a Dinâmica da Lingüística.Os pensamentos são como relógios fluidos de Salvador Dali, escorrendo ou transbordando pelo cume instável do celebro, saturado de informações e reflexões.
Particularmente inexistente, até engessarmos em algum meio ou mídia, seja num tosco papel de pão até a requintada interface gélida deste Bolgger.com
"Voilat", as palavras surgem dando significado a dinâmica lingüística - está aqui, neste momento, onde o caríssimo blogueiro iniciou a alguns instantes e que pacientemente me atura até o ponto final deste parágrafo.
Cabe a mim, finalizar este rodeio introdutório e partir para os "finalmentes" (como diria o personagem de Odorico Paraguassu no "O Bem Amado" de Dias Gomes).
Ando impressionado com a iniciativa da TV Cultura - de incentivar a literatura de forma inteligente no programa Contos da Meia Noite
A fórmula é simples:
Um ator interpreta um fragmento de uma obra. Nada de gestos largos ou jogo cênico, apenas closes que vão se sobrepondo ou confundindo, dando velocidade ao texto em questão.
A edição valoriza a obra. A impressão é de um mar de palavras inundando nossos pensamentos, dando a exata noção do dinamismo literário de forma ampla e confesso, despertando meu profundo interesse sobre a obra em questão e pelo texto original.
A qualidade também reside na escolha dos atores que interpretam estas obras, no primeiro que vi foi Matheus Nachtergaele brincando com o timbre de voz, e ontem tive a oportunidade de ver a interpretação de Walmor Chagas para o conto "O Indigente" de Adalgisa Nery do livro: "Contos da angústia'', revela sua sede de justiça social.
Sobre a série
Contos da Meia-Noite faz uma leitura de obras de autores consagrados da literatura nacional. Com exibição de segunda a sexta, a série inédita é uma parceria entre a TV Cultura e a Imprensa Oficial. No total, mais de 100 contos integrarão a série com programas de até 10 minutos.
Parabéns para a TV Cultura - que pela qualidade dos textos e pela excelente realização na valorização da literatura brasileira com as cores de Língua Portuguesa.
Dois fatos 'policiais' foram notícia nesta semana nos principais órgãos de comunicação do Rio. O 'arrastão' no Leblon e a execução pela PM de dois rapazes no Morro da Providência. A repercussão e o espaço que cada um mereceu mostram que, para a nossa impren$a, a bolsa de turistas na zona sul é mais importante do que a vida de jovens negros na zona norte.
No outro lado da cidade, uma cena que também não é inédita, vai parar nos jornais. Polícias fazem uma operação em um morro e, horas depois, saem carregando os corpos de dois "traficantes". Só que desta vez, o reporter fotográfico de O Dia, Carlos Moraes, a bordo do helicóptero da polícia, registrou a ação da PM. Os policiais encurralaram, prenderam e executaram dois jovens (16 e 24 anos). Com exceção de O Dia, que deu destaque ao brilhante trabalho do seu fótografo, toda a mídia tratou como uma caso a mais de abuso policial. A cidade não se escandalizou, não se horrorizou, o Viva Rio não vai fazer passeata contra o assassinato dos negrinhos.

Desde quinta, foi inaugurado o 
É assim mesmo, ouvir o excelente trabalho de Maciel Salustiano além do composto som de rabecas, agogô, pandeiro e caixa de guerra, temos a possibilidade de viajar pelos meus belos ares olindenses.
Por volta de 130 mil anos atrás, na África, surgia o homo sapiens sapiens, que ficou mundialmente conhecido como "o homem". "O homem" evoluiu desde os primatas primitivos ("símios") ao longo de milhares de anos, compartilhando ainda com eles grande quantidade de características morfológicas, genéticas e de comportamento.
É....