terça-feira, novembro 19, 2002

Relatos de Garanhuns


Com a palavra: Paulo Buda

Conheci o tal RAP no encontro nacional de estudantes de Engenharia
Florestal (categoria de estudantes universitários que não se utiliza
do princípio ativo TCH, contido na maconha). Fui parar no tal
encontro que rolou no mês passado porque ele foi realizado em Belém e
eu estava morrendo de vontade de conhecer o lugar, então estive lá
para fazer turismo (que é a grande serventia dos congressos e
encontros estudantis). Ora, esse RAP fez o maior sucesso no encontro
e foi apresentado pela galera da UnB, mas quem realmente o introduziu
no EPEH foi minha digníssima Iêda (na verdade não seria o caso de
afirmar que ela é minha, mas que eu sou dela!). O EPEH foi realizado
em Garanhuns, terra que se notabilizou por ser o berço natal de duas
ilustríssimas figuras: o presidente-eleito Lula e este que vos
escreve!

Enfim, esta é a história do RAP executado no Batizado da Babilônia do
EPEH (diga-se de passagem, um Batizado histórico e revelador de
futuras talentosas figuras para a jornada da Babilônia ... salve
Goiaba, o garoto promete!!!!!!). Ainda sobre o dito Batizado (que por
causa do RAP teve-nos todos vestidos com turbantes improvisados com
lençóis): nos esbaldamos com o glorioso e mortífero Pá-Buf versão
3.0, responsável pelo surto de embriagues generalizada que afetou a
todos os participantes do encontro.

Este EPEH foi memorável para mim porque, enfim, na condição de
militante aposentado de Movimento Estudantil, estive lá apenas para
me embebedar e pelegar fora das plenárias e do ato público ... até
fizemos uma plenária paralela em frente à UPE-FFPG, num boteco,
tomando Skol com salgadinhos de camarão, regados a música de baixo-
calão. Apresentei um mini-curso juntamente com o meu caríssimo
companheiro Alexandre Pacheco. Apresentei o curso de ressaca e o
Alexandre estava bêbado mesmo! E foi por isso que o curso foi um
sucesso de público (porque lotou instantaneamente) e de crítica
(porque a galera que esteve lá participou entusiasticamente). Mas o
ponto realmente extraordinário foi a visão que tive de D. Sebastião
(o redentor e já mitológico herói inspirador de Antônio Conselheiro),
que surgiu diante de dezenas de embebecidos e ainda sedentos pagãos
que estavam buscando algum bar na Praça da Bandeira, no centro de
Garanhuns, lá pelas 3 da madrugada da sexta-feira (16). Uma aparição
babilônica!


Com a palavra: Alexandre Catucá que ficou com o resto mortal do Pá Buff
Ah, devo confessar que quando cheguei em casa e olhei para a garrafa que continha a poção amaldiçoada (PÁ BUFF) tive múltiplas convulções. Num momento de lucidez atirei-a nas brumas do esquecimento (lixo). era eu ou ela companheiros!!!!!!!
Enfim, lembranças etílicas e vida eterna à esbórnia


Com a palavra Beto Barraca:
A vida pra quem pertence à
Socaba da PEste é muito curta. Deu pra notar lá em Garanhuns - é álcool puro.
Renato Motta, primeiramente gostaria de saber uma coisa: ONDE ESTÁ O BIN
LADEN?????!!!!!! Segundamente gostaria de saber se o João já voltou de viagem
para podermos pegar as camisas e mandar pintar com o símbolo da Socaba da
PEste???
Notícia importante: Os efeitos colaterais, do meio do campo, da zaga e de todas
as posições do PÁ BUFF, me fizeram tremer até a manhã de ontem. Que porra é
aquela meu. Estamos criando o BEBÊ DE ROSIMERE??? PUTA QUE PARIU MEU VÉIO, A
COISA ME DEIXOU DE MORAL FROUXA!!!!!!
SOCORRO ESSA PORRA MATA!!!!!
DEPOIS DA RESSUREIÇÃO ESPERO VOCÊS NO BAR CONTERRÂNEO, LÁ NA RURAL PRA TOMARMOS
UMAS, DUAS, TRÊS GRADES DE CERVA E DARMOS MUITAS RISADAS COM AS FOTOS!!!!
VOU CONFIRMAR AS PRESENÇAS DA SOCABRITAS DA PESTE - ALA REVOLTADA DA BANDALHA,
QUE QUER CRIAR UM ESPAÇO FEMININO NA SOCABA.
INTÉ,

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