segunda-feira, julho 30, 2007

Prologo do Fim da Greve


Por Renato Motta

E vagarosamente abrupto...
Inesperadamente
Labuta do cotidiano
Vou retornando a minha rotina
Repentina,
meus horários apertados

Em minha caixa metalica matutina
Me espremo ao local de trabalho.
Aguardando em fevereiro o carnaval,
A cerveja, o suor, a serpentina.
Retornando, aguardando em pontos finais
Iniciais
Em minha caixa metalica vespertina.


  • Para meus amigos do IPHAN.
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