sexta-feira, dezembro 24, 2004

Reflexões


Tenho pra mim que há certos momentos em que reflito sobre as mesmas coisas, que toda vez que publico algo por esta Babilônia, fico em um blá bla blá tremendo, de que fico repetindo e sincopando meu cotidiano.

De tanto falar e repetir, me indago até que ponto as ruínas desta Babilônia se estremeceram? Vá lá que não sou um especialista em passagens bíblicas, percebo que o muro de Jacó se estremeceu, mas não caiu.

Alias se o caro blogueiro teve paciência de chegar até aqui, nesta primeira linha do terceiro parágrafo, penso que não estou tão mal.

Se pudesse ver através de uma janela do tempo, gostaria de bisbilhotar o cotidiano do Sr. Machado de Assis.

Será que ele nunca pensou desta forma: Saco, que cousa irei escrever hoje aos meus leitores?!!! - Diria com uma certa irritação, e ajustando seus óculos embaçados pelo calor e pela ausência de idéias. Será que ele teve este momento?

Aí é demais, Renato Motta, se comparar ao imortal da Academia Brasileira de Letras, quanta pretensão....

Vamos ao ponto central desta minha reflexão e deixar de devaneios:
Pra que esnobar tantos vernáculos, locuções adverbiais e outras pomposas variações das classes gramaticais da língua portuguesa?

Poderia ser mais simples, prático e sucinto, como uma placa de trânsito em plena Avenida Rio Branco:
BABILONIA
TEMPORARIAMENTE SUSPENSA PARA BALANÇO DE NOVAS REFLEXÕES.


Mas os caros blogueiros hão de convir! Que graça tem isso? Então, abuso sem culpa das variações gramaticais (mesmo que elas estejam erradas, equivocadas).
Vida que segue meus amigos... vida que segue:

Em tempo 1: ano passado me preparava para voar para Recife depois da ceia de Natal!!!!
Em tempo 2: Feliz Natal pra todos, feliz Natal, cheios de reflexões, paixões, possibilidades, tentativas, mudanças positivas e principalmente cheios de paz e Babilônias...
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