segunda-feira, novembro 24, 2003

Unidos do Anil no RJ TV


PESSOAL, HA UMA POSSIBILIDADE DA ANIL APARECER HOJE NO RJ TV, PORQUE GLORIA PEREZ, ISABELITA DOS PATINS, GUILHERME KARAN, ERY JONSON... DENTRE OUTROS, ESTAVAM LÁ NO RIO DAS PEDRAS, PRESTIGIANDO A UNIDOS DO ANIL E A REDE GLOBO COBRIU NOSSA FESTA ONTEM....
FOI UM ACONTECIMENTO...
REPAREM O NOVO UNIFORME DA BATERIA... ACHO QUE APAREÇO ESTOU LÁ NO FUNDO TOCANDO CAIXA.

FIQUEM DE OLHO AS 12:00

domingo, novembro 23, 2003

Um Sábado na Muda


No Rio de Janeiro já é carnaval. Pelos bairros da cidade, vários blocos já esquentam seus tamborins. Ontem fui até o ensaio do bloco Nem Muda Nem Sai de Cima, no bairro da Muda, zona norte do Rio. Apesar da bateria ser um desastre, valeu pela animação, o encontro com os amigos e, é claro, as cervejas consumidas! ;-)
O enredo paro o ano que vem do bloco do Aldir Blanc, que estava lá presente, é "Hei de torcer até morrer, Nem Muda Nem Sai de Cima festeja o Centenário do América". E, claro, a SOCABA tem que estar presente em seu desfile, que acontece 15 dias antes da festa de Momo.

sexta-feira, novembro 21, 2003

Quem Morre?

Esse post poético de Neruda retirei do Blog Relicário da minha amiga paulista Lisss.

Quem Morre?
Por Pablo Neruda

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.

Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.

Plabo Neruda - Poeta chileno (12/7/1904-23/9/1973). Prêmio Nobel de Literatura de 1971, militante comunista, antifascista e anticlerical, é considerado uma das maiores vozes da poesia latino-americana, autor de Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada (1924).

terça-feira, novembro 18, 2003

O Maracatu no século XIX



Vejam o artigo preconceituoso do Jornal Diário de Pernambuco que noticiava com rancor a expressão cultural do maracatu:

MARACATU: O "ESTÚPIDO FOLGUEDO"
Recife, 18 de maio de 1880

"O estúpido folguedo africano que assim se denomina e de que cada vez se mostra mais ávida uma certa porção de nossa sociedade, não obstante achar-se no índex municipal e policial, vai se desenvolvendo cada vez mais nesta cidade e seus rabaldes e parece que, se não com a conivência, ao menos com a aquiescência das autoridades policiais. Entretanto, esses pretensos divertimentos em que se vêem cenas supinamente imorais, deponentes dos bons costumes, são outros tantos motivos de lutas, dos quais não raro saem os festeiros feridos por cacete ou faca.

Demais, como já temos dito e repetimos, são eles extremamente incomodativos para os vizinhos dos pontos em que se dão as reuniões, não só porque o batuque dos
barbarescos instrumentos e das desafinadas vozes dos cantores é de ensurdecer e dura longas horas, mas também porque, de quando em vez, do seio dos freqüentadores saem voz em grita palavras obscenas e ditos picantes pelo sal ático dos bordéis em que são apanhados para serem lançados a todos os ventos...".


Que bom que o Maracatu vive e é admirado por todas as classes sociais. Essa resistência é uma vitória de nossa cultura popular, e dos negros e escravos que deixaram sua marca na História.
Viva a cultura popular

segunda-feira, novembro 17, 2003

Sábado na Unidos da Vila Isabel



Os puxadores do samba.



As passistas, negras, mulatas e o samba correndo solto



Eu só olhando tudinho com uma Skol



E claro que segurei o estandarte de Vila Isabel

Unidos do Anil no RP 1000

Desde a semana passada, o G.R.E.S. Unidos do Anil têm ensaiado em um novo endereço, a casa de espetáculo RP 1000 que fica no Rio das Pedras, aqui mesmo em Jacarepaguá.

Pois é caro bloggueiro, se ficou interessado em me ver detonando na caixa da Bateria, basta aparecer na próxima sexta, dia 21 de novembro a partir das 21:00 horas no RP 1000 que a Unidos do Anil fará uma grande apresentação, no processo de corte para o carnaval de 2004 que têm como enredo Glória Perez - A mensageira da paz

No domingo vai acontecer a grande festa da escola e me parece, segundo o Presidente Maninho que a própria Glória Perez se fará presente no dia 23/11. A festa deve começar as 19:00 Horas do Domingo.


Sobre o RP 1000
Eu mesmo fiquei impressionado com o tamanho do local. Ali acontecem shows gigantescos e que geralmente atende ao gosto da comunidade do Rio das Pedras, que acredito ser 75% oriundos do Nordeste.

Vejam, a última grande atração do local foi o show de Reginaldo Rossi. E se você, caro bloggeiro, acha que ficou por aí, se preparem. No dia seguinte de nosso ensaio, no sábado próximo, dia 22 de novembro, haverá o grande show do grupo de forró Calcinha Preta, que tem fãns pelo Brasil.
É Babilônia certa para todo o final de semana que se aproxima...


PS: E olhem que ainda temos o V Festival de Poesia rolando paralelamente....

Continua Lindo...


E não é que Fernando Peixoto, grande amigo e colaborador "virtual" daqui da Babilônia tem um FOTOLOG super ativo.

O endereço é fácil: http://www.fotolog.net/profpeixoto

Eu que fui o autor da foto, no ultimo sábado na quadra da Unidos da Vila.
Sou um fotógrafo razoável.

sexta-feira, novembro 14, 2003

Dia da Consciência Negra

Se aproxima o feriado de 20 de novembro - Zumbi dos Palmares - dia da Consciência Negra.

Minhas atividades serão cheias, pela manhã três alunos do Projeto Esperança de Vida do CEACA-Vila vão correr em Padre Miguel e estarei torcendo por eles.


A noite vai ser especial, vai ter um super show nos Arcos da Lapa com a presença de nada mais, nada menos que Sandra Sá e o maravilhoso Cidade Negra. Essa babilônia não perco por nada.

quarta-feira, novembro 12, 2003

Terrível Ataque Blatídeo

Esse é um fantástico e verídico relato de minha mãe que realmente me surpreendeu, acompanhem:

Por Sonia Motta
Hoje vivi uma situação inédita para mim, apesar de não ser usuária freqüente de ônibus ou transportes coletivos.

Estava indo para meu médico, no Barra Plazza, da linha 755, pois o meu veículo auto motor se encontrava na oficina de lanternagem.

Quando, um pouco antes do Hospital Barra Dor, o meu ônibus pára e os passageiros de um outro 755 (Cascadura-Gávea) começam a entrar no que eu estava.

Todos estavam desesperados, homens e mulheres, crianças e idosos, com caras assustadas, revoltadas e que gritavam sem parar! Era como se eu estivesse num filme de terror “trash”.

O motivo? Milhares de baratas que estavam subindo pelas pernas das pessoas. Era um Terrível Ataque Blatídeo sem igual.

A moça que ficou em frente ao meu banco, havia anotado o número do tal ônibus infestado pelas temíveis baratas exploradoras de pernas, e ligado para a sua mãe para ver se conseguia fazer alguma reclamação a qualquer ministério ou repartição que cuide de assuntos “blatídicos”.

Ela estava tão nervosa que ainda tinha a sensação de milhares de baratas subindo por suas pernas.

O ônibus só parou para que eles mudassem de carro, porque a gritaria foi geral.

Todos, e não eram poucos, exigiam a parada, mas o motorista, talvez conivente ou dominado pelas baratas, não parava.

Se você estiver pelo Rio de Janeiro e por ventura precisar ir para a Barra ou Cascadura, e quando fizer o sinal, parar um 755, carro número 30.069, num final de tarde quente perto das 15h e30min Cuidado!!!! Você poderá sentir na sua perna, a terrível revolta das Perplanetas Americanas vulgarmente denominadas baratas.

No Bonde das Baratas do Rio

terça-feira, novembro 11, 2003

A Manga


Vi ontem o meu vizinho catando mangas de sua mangueira... Ai! Que vontade que me deu bater em sua porta e pedir uma manguinha, a menor de todas já me bastava. Mas relutei e segui meu caminho.

Vejam, quando o fim do ano se aproxima, a natureza muda suas características. Os Europeus têm a neve como o maior traço de seu inverno e suas tradições natalinas. Aqui vejo a manga ocupado seu lugar de destaque.

Não me venham com essa, de que minha escola de samba predileta é a Mangueira, isso é uma simples coincidência, um acaso em minha vida.

Vamos a um outro ponto então. Enquanto Machado de Assis nos colocou que a fruta celestial é a banana, argumento que considero um equivoco e injustiça frente a nossa manga. Adoro Manga e tenho dito, sempre gostei de amarelo, e manga é amarela (o trocadilho com o filme é proposital).

- Ora Senhor Renato, amarelo por amarelo, a banana também é. – diria Machado - E com um certo ar de superioridade responderia:
- Só por fora Senhor Machado, só por fora!!!! A manga é amarela na sua essência, em sua alma.
- Já se vê que o Senhor é superficial, analisando e comparando de forma vil as frutas pela sua aparência e coloração. É pelo seu gosto e pelas diversas possibilidades quase alquimistas da banana, que ela supera qualquer outra – Diria Machado já exaltado e com o seu costume mau humor.
- Já se vê que o senhor Machado nunca se lambuzou, com uma manga volumosa e cheirosa, nunca deve ter tido um fiapo de manga preso entre todos os dentes, e devorando tal iguaria embaixo da sombra de uma frondosa mangueira.

A manga é como uma “neve tropical” que aparece só no final do ano, caindo sobre as casas. Bem verdade que existe uma diferença brutal entre o leve cair de um grão de neve em comparação ao de uma manga se espatifando num quintal. Alias pode ser até perigoso se o caro bloggueiro estiver de baixo de um pé de coração de boi ou de uma manga espada)

Mas depois de tudo isso, diria com satisfação ao Sr. Machado que a Manga, essa sim, é a fruta celestial.
Mas se por ventura não for, e estiver o Sr. Machado acertado, eu é que não quero ir lá pra ver.
Mas de qualquer forma, entre o caminho do purgatório até o do céu, acredito que haverá uma mangueira.

segunda-feira, novembro 10, 2003

V Festival Carioca de Poesia - Poesia em Festa


Poesia sempre, poesia cada vez mais, em cada canto, em cada boca, em cada cais.
Poesia sempre, poesia simplesmente.


Envolvendo cinco cidades distintas do Estado do Rio de Janeiro, a quinta edição do Festival Carioca de Poesia promete ser um grande evento do Estado do Rio, onde a Poesia estará, Literária e Literalmente, em Festa.

Previsto para acontecer entre os 17 a 26 de novembro, o Poesia em Festa além de celebrar a poesia que pulsa e que tem pulso em viver nesta metrópolitana carioca desvairada, cena poética em atos semanais quase que diários em cafés, teatros, bares e arredores, o evento vai "conectar", poéticamente Niteroi, Nova Friburgo, Petrópolis, Rio de Janeiro e Teresópolis, e envolver todo o movimento poético destas cidades, uma passeata, e outros espaços poéticos.

Um dos destaques será para o lançamento em dezembro da Antologia Poética da Editora IBIS LIBRIS que vai reunir em uma edição, cerca de 72 poetas.

Aqui na capital, o Festival vai acontecer no Teatro Gláucio Gill das 17:30 até as 22:00, e será um espeatáculo imperdível (PRGRAME-SE DENTRO DO PROGRAMA).
Endereço do Teatro: Praça Cardeal Arcoverde (do lado do Metrô) - Copacabana.



POESIA EM FESTA NO RIO DE JANEIRO

Dia 17 - Poesia em Festa - V Festival Carioca de Poesia -
  • 17:30h - Concentração no Pilar da Poesia, Teatro Municipal, Av. Rio Branco/Cinelândia.

  • 18:30 - Passeata poética no Centro do Rio: Cinelândia - Passeio Público - Lapa. Durante o percurso será desenvolvido o projeto "Tem poesia no meio do caminho, no meio do caminho tem poesia" da APPERJ e o Atentado Poético.

  • 19:45 - Abertura Oficial - Local: Casarão Cultural dos Arcos - Lapa.


  • Dia 18 - V Festival Carioca de Poesia -
  • 19:30 - Café Litarário - Teatro Glaucio Gill em Copacabana - palestra, debate e poesia com Helena Parente Cunha com a participação de Astrid Cabral - Coordenação Elvé Monteiro de Castro.

  • 20:00 - Palco do Teatro Gláucio Gill - Espetáculo Poético do grupo Poesia Simplesmente - Copacabana


  • Dia 19 - V Festival Carioca de Poesia -
  • Quarta Capa em Festa - Evento Poético no Espaço da Constituição - Nº 34 - Praça Tiradentes - Coordenação de Jiddu Saldanha, apresentação: Rodolfo Muanis.

  • 19:30 - Palco do Teatro Gláucio Gill - Progrmação em homenagem ao Poeta Reynaldo Valinho Alvarez - Copacabana


  • Dia 20 - V Festival Carioca de Poesia -
  • Evento no "Quintais da Cultura" - Local: Sindicato dos Escritores do Estado do Rio de Janeiro
    Casa de Cultura Lima Barreto - Av. Heitor Beltrão 353, Tijuca.
    Coordenação Edir Meireles, apresentador: Dartagnan Holanda.


  • Dia 25 - V Festival Carioca de Poesia -
  • 17:00 - Palco do Teatro Gláucio Gill - Evento infanto-juvenil Coordenação Rosa Born e Cláudia Luna / Concurso de Poesia Estudantil - Coord. Tanussi Cardoso.

  • 20:00 - Palco do Teatro Gláucio Gill - Homenagem a poeta Suzana Vargas


  • Dia 26 - V Festival Carioca de Poesia -
  • 17:00 - Café Literário do Teatro Gláucio Gill - Debate, palestra e poesia com Geraldo Carneiro - Participação de Marcia Wanderley. Coord. Marcus Vinícius

  • 18:00 - Prça Cardeal Arcoverde - Grafitagem e Hip Hop com o grupo Verbo de Rua.

  • 20:00 - Palco do Teatro Gláucio Gill - Dança e Poesia com o grupo Verbo de Rua
    Direção Claudio Filiciano - Musica de Myrian Moreira e Alba Lirio.
    grupo de Musicos recebem poetas. Homenagem aos Poetas do Rio.


  • Exposição Permanente 18, 25 e 26
    Local: Café Litrário do Teatro Gláucio Gill
    Material do movimento poético do Rio de Janeiro (livros, jornais, cartazes, poesia visual e fotos)

    PROGRAME-SE E POETIZE-SE SEM PUDOR OU MEDO, BEBENDO E DEGUSTANDO POESIA SEMPRE
    POESIA CADA VEZ MAIS....
    Domingo estranho...

    Torci contra o Flamengo e a favor do Vasco
    Fiz faxina e lavei roupa
    Comi tanto que não tive apetite para a sobremesa (de chocolate e maravilhosa!!!!)
    Marília Gabriela com cabelo Vamp entrevistando Marta Suplicy com a cara dura de plástica (isso é o fim para alguém da geração TV Mulher como eu!)
    Fabio Jr. fazendo participação na Turma do Didi (isso é o fim para alguém da geração Roque Santeiro e Louco Amor como eu)

    domingo, novembro 09, 2003

    Futebol, lá e cá


    É... acho que essa é a frase do final de semana:
    O futebol do Rio, está ruim...
    Mas o de Pernambuco está pior...

    sexta-feira, novembro 07, 2003

    Filhote de Pombo

    Esse é um poema muito interessante do meu grande e impoluto amigo, Érico Braga Barbosa Lima:

    Filhote de Pombo
    Por: Érico Braga Barbosa Lima

    Nunca vi
    Um político pobre
    Ou um bruxo que descobre
    Uma vacina para dor

    Não conheci
    Nenhum cínico fanático
    Ou poeta performático
    Que morresse de amor

    Nunca acharam
    O caroço da banana
    Ou o azedo da cana
    (overdose de bagana)
    Mas você vai me mostrar

    Eu nunca vi
    Filhote de pombo
    Mas o dia do assombro
    Eu sei que um dia vai chegar

    Nunca vi japonês boiola
    Beetohoven na viola
    Ou enterro de anão

    Mas se vocês
    Encontrarem esse segredo
    Bem na ponta do meu dedo
    Duvidar não vou mais não

    Não me mostraram
    O suspensório da minhoca
    (o suvaco da cobra)
    ou o dinheiro que sobre
    bem lá no fim do mês

    Se me descubram
    O braço da maneta
    E o instantâneo da mutreta
    Me revelem lá vocês

    Eu nunca vi
    Mulher que perdesse o prumo
    Pois no fim todas seu rumo
    Sabem muito bem e de cor

    Maromba

    é.... num teve jeito, tive que render... e posso dizer com convicção.
    Agora sou Marombeiro.

    Desde segunda entrei numa academia onde faço ginastica, musculação e natação. As vezes fico extremamente timido em ter um monte de gente levantando pesos e mais pesos e eu no minguado 10 Kg.
    Mas o que mais gosto é a natação. Como é tudo num pacote, estou gostando. Mas fala sério, estou todo dolorido. Mas confesso com um grau de voyerismo: O visual é bom de se ver, principalmente as aulas de ginástica.

    segunda-feira, novembro 03, 2003

    Cabruêra



    Conheci por esses dias Tom (centro de boné), percussionista do Cabruêra. O cara é muito legal. Valeu Tom, as amizades surgem assim mesmo. Babilônia...

    Scenario no Rio

    Rua do Lavradio, Centro da cidade do Rio de Janeiro. Scenario – Um centro cultural cheio de relíquias. Um Relicáriopara historiador nenhum botar defeito.

    O lugar é encantador por cada detalhe espalhado em três andares diferentes, em cada ambiente, onde o ecletismo de objetos nos remete a qualquer lembrança ou história.

    Objetos africanos, indígenas, nordestinos, de rendeiras, vários pianos espalhados, instrumentos, espelhos de prata, maquinas, fotos, pinturas, bonecos, santos barrocos, lampiões, bicicleta, etc... (Destaque para a foto do Getulio Vargas numa parede e um carregador de gente, lembrando nosso período de escravidão).
    Fui neste último sábado e fiquei encantado.

    A programação cultural foi embalada por um grupo essencialmente acústico, harmonizado com acordeom, flauta transversal, dentre a percussão marcante, onde pude ouvir: forró, samba, afoxé, baião, jongo, lundu, dentre outros ritmos a ciranda onde todos, acabaram participando de uma grande roda no salão principal. Realmente um grupo fantástico e envolvente.

    Mas tudo isso tem um preço, e convenhamos, bem caro: 18 Reais a entrada. Os preços lá dentro também estão salgados, uma cerveja de garrafa a 6 Reais é o parâmetro.

    Valeu pela experiência, mas confesso que esse é um programa que não faz parte da minha realidade.

    Um lugar maravilhoso desse, poderia ser mais barato, mas... Como já tem público cativo, que pagar por esse programa, só posso me contentar em ficar com minhas preciosas lembranças.

    Quem sabe num longínquo mês, de um ano que vem futuro possa ir ao Scenario...
    Aí sim, talvez possa dar, o ar de minha graça. Observar os objetos e fazer uma viajem no tempo e no espaço para um passado de Machados, de Jobins, de Gonzagas, Severinos, etc...
    Se você puder, não perca... Recomendado pela Babilônia (com certeza).

    sexta-feira, outubro 31, 2003

    A Frase


    Essa eu ouvi ontem da recifense Raquel Tais:

    - O homem é na sua essência: estomago, cérebro e sexo

    É... filosfia condensada. Babilônia

    quarta-feira, outubro 29, 2003

    A arte do encontro



    O CD "Nota no Verso", da compositora e poeta Delayne Brasil, é o resultado de encontros: da poesia com música; de artistas e escritores; de gerações; de afetos e afinidades; palco e platéia; violão e canto; de grupos e movimentos nos saraus e eventos; e destes nos festivais de Poesia - como o que acontecerá no mês de novembro, em cinco cidades do Rio de Janeiro (unidas, também, por este encontro).

    Notar o verso é ver o que está por trás e além. A nota musical no verso é outra e nova leitura, pois "na lata do poeta tudo, nada cabe" E, "a meta do poeta é metáfora" - como bem diz Gilberto Gil.

    Assim, o título "Nota no Verso" é encontro semântico, onde "notar" e "verso" se desdobram em vários significados. A música de Delayne Brasil para os poemas de Gilberto Mendonça Teles, João de Abreu Borges, Laura Esteves, Marcus Vinícius, Nei Leandro de Castro, Reynaldo Valinho Alvarez, Silvio Ribeiro de Castro, Tanussi Cardoso e Vígínia Gualberto é encontro de estilos, arranjos e instrumentos.

    Nota no Verso: a música de Delayne Brasil (poeta e cantora) para os poemas de Gilberto Mendonça Teles, João de Abreu Borges, Laura Esteves, Marcus Vinicius, Nei Leandro de Castro, Reynaldo Valinho Alvarez, Silvio Ribeiro de Castro, Tanussi Cardoso e Virgínia Gualberto.

    Apoio: Clube de Engenharia e Teatro Glaucio Gill

    Lançamento do cd:

  • Dia 31 de outubro, próxima sexta, a partir das 18 horas, no 24º andar do Clube de Engenharia (Av. Rio Branco nº 124, esquina com Sete de Setembro) - sarau-show com a participação de poetas e músicos convidados.

  • Dia 4 de novembro (a primeira terça do mês de novembro) será no Café do Teatro Glaucio Gill (Praça Cardeal Arcoverde - estação Copacabana do metrô).

    Em seu show de lançamento, Delayne Brasil se apresenta acompanhada pelos arranjadores musicais Aldo Medeiros e Fernando Vilela (violões), além dos músicos Alex Frias (violão e alaúde) e Di Lutgardes (pecussão), contando ainda com as participações de Myrian Moreira (viola de cocho), Carmem Moretzsohn (piano) e de S. Julinho (acordeom).
  • segunda-feira, outubro 27, 2003

    Você já foi ao Tokelau?


    De cara, meu caro blogueiro, você deverá me perguntar que raio de Tokelau é esse?! Pois vamos a minha explicação geográfica (meio capenga), sobre esse misterioso lugar. Misterioso lugar porque, para encontrar num simples mapa é necessário paciência e perseverança. Tokelau é um complexo insular que fica no hemisfério sul oriental, no continente da Oceania.

    Contando com uma área de 10 Km² (isso mesmo, menor que a Barra da Tijuca) tem uma população de 1.600 habitantes (o ultimo jogo do América do Rio, no campeonato brasileiro da Série C, teve mais gente que a população inteira do Tokelau).
    É por isso que Tokelau é um território ultramarino da Nova Zelândia (Commonwealth).

    Se pudéssemos replicar a posição geográfica do Tokelau para o nosso Brasil, diríamos que Tokelau ficaria exatamente dentro do Estado de Alagoas (um pouco acima da cidade de Maceió). Ou seja, Tokelau é quente pra caramba.

    Mas o caso deste post não é falar das dionisíacas praias de Tokelau (até porque nunca vi uma foto de Tokelau para saber se suas praias são realmente dionisíacas), mas sim, quero constatar mais uma história internética. Descobri o Tokelau por acaso. Meu problema era o site da SOCABA.

    Resolvi hospedar minha querida criação no espaço cedido pelo meu provedor (A INSIDE) no espaço que tínhamos de direito. http://www.iis.com.br/~mereca . Só o tempo que eu gastava dizendo esse endereço, as pessoas já desistiam de visitar a home page da SOCABA e ainda por cima, em termos de propaganda e marketing, não era nada prático.

    Foi quando soube pelo Leonardo do Espírito Santo, que ele tinha resolvido o problema de seu site sobre a cidade de Vitória (www.vitoria.tk) hospedando no Tokelau.
    Um “paraíso fiscal da Internet” de hospedagem grátis, que funciona redirecionando um eventual endereço que você tenha.

    Corri para o Tokelau sem precisar de passaporte (somente um inglês capenga) e pronto, dois endereços no Tokelau:
    www.socaba.tk e www.htreventos.tk (esse segundo tava hospedado no HPG e com o fim da gratuidadade, foi para o espaço)

    O sucesso foi tanto que comentei dentro do CEACA e Leandro (responsável pela Escola de Informática Comunitária do Morro do Macaco) e que acabamos criando juntos o www.ceaca.tk para o informativo do EIC.

    Dia desses o próprio Leandro me disse:
    - Renato, lembra do Tokelau, que você me disse. Pois agora em diante o registro esta custando 9,90 Dólares. Demos a maior sorte de ter registrado antes.

    Pois então pensei, é mesmo, a Internet é como futebol, uma caixinha de surpresa, o que você pensa que vai ser gratuito, logo passa a ser um comércio virtual, ou da mesma série, tudo que é de graça não dura para sempre.
    E vamos, pra frente....