quinta-feira, novembro 21, 2002

Rap da Explosão




Onde está Bin Laden?
Afeganistão!
Onde o "beque" está?
Onde os "beque" estão?

Acenda duas velas
do tamanho das Torres Gêmeas
Que o Bin Ladem vem ...
Que o Bin Ladem vem ...
Vem de avião!

Inshalá-lá-lá
Inshalá-lá-lá

terça-feira, novembro 19, 2002

Relatos de Garanhuns


Com a palavra: Paulo Buda

Conheci o tal RAP no encontro nacional de estudantes de Engenharia
Florestal (categoria de estudantes universitários que não se utiliza
do princípio ativo TCH, contido na maconha). Fui parar no tal
encontro que rolou no mês passado porque ele foi realizado em Belém e
eu estava morrendo de vontade de conhecer o lugar, então estive lá
para fazer turismo (que é a grande serventia dos congressos e
encontros estudantis). Ora, esse RAP fez o maior sucesso no encontro
e foi apresentado pela galera da UnB, mas quem realmente o introduziu
no EPEH foi minha digníssima Iêda (na verdade não seria o caso de
afirmar que ela é minha, mas que eu sou dela!). O EPEH foi realizado
em Garanhuns, terra que se notabilizou por ser o berço natal de duas
ilustríssimas figuras: o presidente-eleito Lula e este que vos
escreve!

Enfim, esta é a história do RAP executado no Batizado da Babilônia do
EPEH (diga-se de passagem, um Batizado histórico e revelador de
futuras talentosas figuras para a jornada da Babilônia ... salve
Goiaba, o garoto promete!!!!!!). Ainda sobre o dito Batizado (que por
causa do RAP teve-nos todos vestidos com turbantes improvisados com
lençóis): nos esbaldamos com o glorioso e mortífero Pá-Buf versão
3.0, responsável pelo surto de embriagues generalizada que afetou a
todos os participantes do encontro.

Este EPEH foi memorável para mim porque, enfim, na condição de
militante aposentado de Movimento Estudantil, estive lá apenas para
me embebedar e pelegar fora das plenárias e do ato público ... até
fizemos uma plenária paralela em frente à UPE-FFPG, num boteco,
tomando Skol com salgadinhos de camarão, regados a música de baixo-
calão. Apresentei um mini-curso juntamente com o meu caríssimo
companheiro Alexandre Pacheco. Apresentei o curso de ressaca e o
Alexandre estava bêbado mesmo! E foi por isso que o curso foi um
sucesso de público (porque lotou instantaneamente) e de crítica
(porque a galera que esteve lá participou entusiasticamente). Mas o
ponto realmente extraordinário foi a visão que tive de D. Sebastião
(o redentor e já mitológico herói inspirador de Antônio Conselheiro),
que surgiu diante de dezenas de embebecidos e ainda sedentos pagãos
que estavam buscando algum bar na Praça da Bandeira, no centro de
Garanhuns, lá pelas 3 da madrugada da sexta-feira (16). Uma aparição
babilônica!


Com a palavra: Alexandre Catucá que ficou com o resto mortal do Pá Buff
Ah, devo confessar que quando cheguei em casa e olhei para a garrafa que continha a poção amaldiçoada (PÁ BUFF) tive múltiplas convulções. Num momento de lucidez atirei-a nas brumas do esquecimento (lixo). era eu ou ela companheiros!!!!!!!
Enfim, lembranças etílicas e vida eterna à esbórnia


Com a palavra Beto Barraca:
A vida pra quem pertence à
Socaba da PEste é muito curta. Deu pra notar lá em Garanhuns - é álcool puro.
Renato Motta, primeiramente gostaria de saber uma coisa: ONDE ESTÁ O BIN
LADEN?????!!!!!! Segundamente gostaria de saber se o João já voltou de viagem
para podermos pegar as camisas e mandar pintar com o símbolo da Socaba da
PEste???
Notícia importante: Os efeitos colaterais, do meio do campo, da zaga e de todas
as posições do PÁ BUFF, me fizeram tremer até a manhã de ontem. Que porra é
aquela meu. Estamos criando o BEBÊ DE ROSIMERE??? PUTA QUE PARIU MEU VÉIO, A
COISA ME DEIXOU DE MORAL FROUXA!!!!!!
SOCORRO ESSA PORRA MATA!!!!!
DEPOIS DA RESSUREIÇÃO ESPERO VOCÊS NO BAR CONTERRÂNEO, LÁ NA RURAL PRA TOMARMOS
UMAS, DUAS, TRÊS GRADES DE CERVA E DARMOS MUITAS RISADAS COM AS FOTOS!!!!
VOU CONFIRMAR AS PRESENÇAS DA SOCABRITAS DA PESTE - ALA REVOLTADA DA BANDALHA,
QUE QUER CRIAR UM ESPAÇO FEMININO NA SOCABA.
INTÉ,

segunda-feira, novembro 11, 2002

Malonguinho Perdeu



NOTICIA URGENTE Amigos da Babilonia..

Parece que meu guia espiritual Malonguinho, que desde junho tem aberto meu caminho, fraquejou e a casa, aliás, meu castelo aretado, daqui de olinda, caiu.

Assim como os canhões de Navarone, Eduardo Moraes I o Terrivel (e imobiliario de plantão) conseguiu vender a casa que eu já tinha devidamente ocupado. Terei que me retirar, com uma certa urgência.

Meu aparelho caiu

A babilonia agora chora
Bua bua bua...

Aos camaradas de fora - Rogerio (SP) Dayse (SE) Renato Cebola, Viviane Primeira Dama e Besouro (RJ), e Rogério (DF) que teriam asilo politico Babilonico durante o carnaval em meu castelo, estão lascados..

Mas sei que estou mais lascado ainda.

Dia 28 proximo é prazo máximo.

Renato Motta
O mais novo sem teto Olinda/PE

segunda-feira, novembro 04, 2002

O Posto


Sonia Rodrigues esteve em Olinda e paletrou sobre a pratica de se produzir textos. Depois solicitou que cada um escrevesse uma carta de amor. A minha ficou desta forma:


Naquele fragmento de segundo, enquanto embarcava para minha viagem, foi
quando percebi o relance de teu intenso olhar, me penetrando, me devorando
de longe, mexeu comigo.

Não sei teu nome, qual a tua idade, signo ou gosto, somente que trabalhas
numa farmácia de um posto de gasolina da BR 116.

Quando relembro o meu percurso de trinta e oito longas horas no ônibus
que vem do Rio de Janeiro para Recife, de noite mal dormidas, só me fixo
naquele instante, no meio do sertão da Bahia, onde teu olhar acompanhado de
um sorriso misterioso que me cativou.

Poderia ser uma flor o teu nome, Camélia, Florinda, ou mesmo Rosa, graças
a graciosidade de seus gestos.

Ou como dissimulas, tal qual uma estrela o faz, Estela, Luana ou Vênus.

Sua alma, vista aos olhos de fadas poderiam ser a essência do teu nome
Maria, Morisa, Adélia ou Morgana.

Sozinho em meu quarto, vendo o trepidar nervoso do ventilador, percebo a
angústia de um encontro não concretizado, apenas o fragmento de teu olhar me
vem na lembrança arrebatando-me.

Não sei ao menos se esta carta chegará ao seu destino, a ti, misteriosa
musa da beira da estrada de Milagres na Bahia. Muito menos se irei te
rever, mas escreva pra mim vai?
Aguardo anciosamente tua resposta

Milhoes de beijos apaixonados

Um Admirador

Recife



Pode parecer meio estranho não reconhecer toda a particularidade que a cidade de Recife possui frente às outras cidades do Brasil.

Mas como um bom caminhante da cidade, por dentre os bairros da região metropolitana de que algumas coincidências existem, e que não poderia deixar de registrar com esta alma de carioca da gema.

Quando cheguei em Dois Irmãos, não vi o túnel Zuzu Angel, muito manos a favela da Rocinha, mas somente a Universidade Rural de Pernambuco e uma grande mata que fica nesta zona norte de Recife.

”Mangueira teu cenário é uma beleza, que a natureza criou”.
Não, dificilmente irás encontrar o Dona Zica, muito menos a quadra da escola de samba da Estação Primeira, mas na Mangueira de Recife tem a sua semelhança por ser um bairro cortado pelo metrô, mas sem o memorável morro. Mas quando passo presto minha homenagem, a alma cantarola a tradicional música mangueirense.

O Largo do Maracanã é um lugar distante e que não tem o colorido futebolístico que encontramos no Rio.

E por falar em futebol, minha maior decepção foi passar pelo bairro do Vasco da Gama, em plena Recife. Ora bolas, e ainda por cima vi pessoas com a camisa cruz maltina nas ruas e kombis que passavam. E o pior é que não existe por aqui o bairro do Flamengo.
Tudo bem, o que acalma meus devaneios de torcedor é que aqui torcida mais numerosa é a Rubro Negra. Mesmo que seja a do Sport, é rubro negra.

Se fosse um carioca etnocêntrico, diria que os Pernambucanos pecam pela falta de criatividade. Mas é pura provocação, sou um admirador dessa terra e já estou com a minha cidadania olindense marcada no meu título de eleitor.

Para não deixar contrariado os pernambucanos, termino com um fragmento do hino:
“Nova Roma de bravos guerreiros
Pernambuco, imortal, imortal”

sexta-feira, outubro 25, 2002

Pelo PT


Pois bem, pelo PT caminhinhei 13 quilometros.
Do marco zero de Recife até Olinda.

Caramba, quanta disposição.
Mas foi bonito, de 2.000 pessoas
A caminhada terminou com 25 mil.

Agora é a vitória

quarta-feira, outubro 16, 2002

Medo



Eu tenho medo da Regina Duarte


Estampado em uma camisa que vi, ontem na passeata de Lula em Recife

quarta-feira, outubro 09, 2002

30 anos


O Centro de Cultura Luiz Freire, daqui de Olinda, estará comemorando no dia 12 deste mês, 30 anos de luta em defesa dos direitos sociais, educação indígena, projetos, etc.. Foi lá que surgiu o Movimento Mangue, onde Chico Science ensaiava junto com toda a galera.
A festa será o acontecimento aqui em Olinda.
Está previsto um show com Mestre Salustiano,
O cardapio incuirá a tipica comida Pernambucana.
Estarei lá para conferir tudo, inclusive as 26 grades de cerveja.
Babilonia Irmãos


Reação imprevisível


Pois é, faz tempo que não escrevo na Babilonia. Por isso vou descrever um episodio que ocorreu comigo no dia 28 de setembro de 2002

O lugar: O minifundio do irmão de Beto Barraca em Jaboatão dos Guararapes, lugar este que antes , fazia parte de uma grande plantação de cana de açucar para um engenho, onde os donos fugiram com o dinheiro, levando a falencia a Usina.
O espaço fica numa zona rural, com uma estrada no meio do nada.
O motivo: Carangueijada em comemoração ao aniversario de Analice, que faz história na UFRPE.
Os ingredientes:: Domec com mel e limão, Pitú e latas e latas de cerveja.
O Resultado: Já de noite, quando voltavamos pra casa, avistei uma caminhonete.
Fiz sinal e ela paraou. Subi na carroceria, nem sabendo de seu destino, o caminhão me levou pro centro de Jaboatão. Saltei, agradeci perguntando onde era a estação de trem.

Já dentro do vagão senti que ia passar mal, e não deu outra. botei tudo pra fora, ali mesmo. Um senhor, prestativo, depois de ter sujado tudo, me ofereceu um saquinho para que eu depositasse vomito.
Percebendo que todos que sentavam ao meu lado não aguentavam a catinga, sai meio constrangido.

A proxima estação era Santa Luzia, não pestanejei, fui parar na frente da casa do Paulo Alexandre, solicitando um abrigo temporario que incluisse um banho.
Depois de refeito, D. Celia ofereceu um lanchinho, foi batendo um soninho e fui parar nos braços de Morfeu.
Só voltei pra casa na segunda feira.

domingo, outubro 06, 2002



Essa imagem veio daqui

quarta-feira, outubro 02, 2002

Desespero


Estar de madrugada, no meio da estrada, o onibus em movimento, você meio sonolento, ouvir o estrondoso barulho de teu walk man cair no chão do veículo.
Liga aquela luzinha pilantra que não ilumina nada, ter que tatear na maior escuridão um chão sujo e empoeirado de resotos de comida, tentar não acordar ninguem, se locomover entre dua spoltronas abaixadas.
A gloria se passa depois de quase uma hora voce encontra o aparelho, o o que quer que seja.
Desespero pouco.... é bobagem.



Rede Pilantra


Essa tal de Graal, rede conveniada da São Geraldo, em todas as paradas, como em qualquer rede, cobra um absurdo para o passageiro. Hum Real e cinquenta centavos uma coxinha miudinha. Isso é um verdadeiro roubo.
Se gritar pega ladrão, ficam todos, que galera gananciosa.
Não é a toa que nas viajens pro Nordeste, todos levam pelo menos um farnelzinho que são, irmamente compartilhados durante a longa viajem.
O prato tradicional, quase que unânime, é a famosa galinha assada, devidamente bizuntada na mais pura farofa de ovo. Que babilonia!!!!

quarta-feira, setembro 25, 2002

Talvez haja explicação
para os dias em que acordo
com uma sede danada de poesia.
Sinto a certeza de que algum grande poeta
escreveu sobre algo que me completaria.
Procuro, busco em sites
e tento me surpreender.
Passo por Drummond, Quintana, Pessoa,
Leminsky, Vinícius, amigos e companhias.
Mas tem vezes que mesmo eles
não me falam o que eu queria.
Então eu paro
e me desafio.

Grande Irmão


Ele existe, está na Bahia, seu codinome é ACM, de norte a sul (percorrendo a BR 116), está te vigiando, te observando... te pedindo voto.
É filho, neto, amigo, tudo Magalhães!
Pobre Lula.
O perfil do Congresso será no mínimo obscuro, muito obscuro.

A coisa tá Rouge


Somente na breve parada de trinta minutos em Feira de Santanna (no meu longo percurso de volta para Recife), ouvi três vezes a mesma música deste grupo pop star, que canta um som com um refrão esquisito:
-Ulerê, â, lere, lere petit, ulara, lerê

E o raio deste som fica na nossa cabeça, martelando, ecoando.
Mais uma lavagem cerebral da mídia.
A coisa ta ficando Rouge

segunda-feira, setembro 23, 2002

Transporte Alternativo



Os dispositivos tecnológicos dos meios de transporte alternativo na cidade do Rio de Janeiro, já se encontra em um requinte tal, que
muitas que fazem o trajeto Freguesia/Rio das Pedras adaptaram aquela buzina que gritava ?Sai da Frente? para:
- Rio da Pedras
- Engenho
Pois fiquei imaginando se realmente seria possível isso em Recife. Tudo bem, não duvido de nada, depois de ter testemunhado esse
avanço. Mas pensem se seria possível reproduzir o que os trocadores kombeiros gritam:
- ólinda, rio doce, marangupê (trajeto Recife - Olinda)
- venida recif, boa viajem, cabô... cabô (trajeto Recife - Cabo de Santo Agostinho)




Pernambucanamente


Olinda...
A sua brisa macia, seus ares marítimos, seus casarios antigos, as pedras e paralelepípedos, a Travessa, o São Francisco... Estou em casa.
O amarelo e azul das paredes me animam, estar solitário em minha caverna.
Os sons sincréticos invadindo todos os espaços.
Vou pro Pátio...
Vou pras ruas
Pra Recife.
Vou à vida.

quarta-feira, setembro 18, 2002

Curitibando


Ola amigos desta Babilônia, ou melhor, Blobilônia.
Peço passagem aos mestres Rasputim, Bizuim e Fudêncio para adentrar neste espaço babilônico virtual. Babilônia é a multiplicidade e diversidade. A reunião de pessoas de todo o Brasil neste espaço para lá de torto. Que às caninhas históricas juntem-se outras e que os amigos da Babilônia venham entrando no ritmo teclante do tap tap tap eletrônico para fazermos um samba, um forró ou uma congada blogística.
Que os bons ares de Curitiba possam também colaborar nessa construção multifacetada e ao mesmo tempo tão una que se mantém e se altera constantemente chamada Babiônia. Que saudades dos batizados. Quem me dera ser embaixador como o Coroinha.
Renato, el Pokemon, cuide-se, vai que você fica sem casa em PE. Já estou com saudades daquela terra, hein?
Deixo as novas de CWB para a próxima.
Abraços e beijos a todos,
O Peido

Trocando em Miúdos por Sarapatéu no RJ


Feirinhas
O processo de recessão fica cada vez mais visível. Não passa somente pelos assaltos, vejamos a informalidade. Feiras de Itaipava por Jacarepaguá. multiplicação de barraquinhas de salsichão, espetinho, etc... Vendendores de roupa, depois do expediente - ontem a noite, no chão da Uruguaiana.
Pela manhã, barraquinhas de camelô, pelo Catete e Largo do Machado. Logo depois, ja dentro do ônibus, um vendendor de aparelho de barbear.
Esse é mais um fragmento de crise, que ocorre em todo o Brasil, tavez bem pertinho da sua casa.

Remodelada
É..... A VM tem uma parte física toda remodelada, mas a estrutura continua a mesma. João Filho, tomei uma cerveja em tua homenagem e fui embora.

Fenix
O sol estava radiante aqui na capital do Rio de Janeiro. Pelas imediações do Flamengo, mirei o Pão de Açucar e vi a sombra da Fenix de 20 metros de altura, por 10 de largura.
Uma ave que é formada pela sombra do sulco da grande pedra triangular. Só descobri depois que vi num cartão postal.
Até lá, estava indiferente aos dealhes da paisagem da cidade.

Caxias
Assim que o ônibus entrou na praia de Botafogo, vi a estatua do patrono da República o General Duque de Caxias.
Como o trajeto, passa por trás do monumento, percebi algo curioso.
Parece que o dito cujo, esta do alto daquele pedestal mijando na Baia de Guanabara. Soltei uma leve risada. Coisa de maluco!

Do céu
São Conrrado tem seus contrastes e peculiaridades voltadas pro céu. Numa extremidade a favela da Rocinha tocando o céu. No meio, um campo de golfe e os apartaentos luxuosos que tocam o céu.
E do céu caiam desportistas paraquedistas dando piruetas e colorindo o azul vazio do céu, com cores amarelas e vermelhas. O mar me completa, com essa visão.

Volta



Quem não adiaria um pouco o retorno, depois de passar por esta pequena maratona de banco:
29 de agosto de 2002
19:30 - Recife/PE
21:40 - Ribeirão/PE
23:30 - Maceió/AL
30 de agosto de 2002
06:30 - Esplanada/BA
08:00 - Feira de Santanna/BA
11:00 - Milagres/BA
13:00 - Jequié/BA
16:00 - Vitória da Conquista/BA
17:36 - Divisa - BA/MG
19:30 - Itaubím/MG
22:19 - Tófilo Otoni/MG
31 de agosto de 2002
01:00 - Governador Valadares/MG
06:30 - Leopoldina/MG
08:30 - Teresopolis/RJ
10:30 - Rio de Janeiro/RJ

Total aproximado 38 horas.
Tem coisas que só a distância e a São Geraldo nos proporciona.